Friday, April 09, 2004
Letra do Dia (adaptada)
De vez em quando eu canto essa nos karaokês da vida... Aliás, hoje aquele espetinho de queijo coalho iria bem!!! M.S: vê se me liga!!!
Essa é para o meu amor...
Tudo com Você
Lulu Santos/Fausto Nilo
Quero te conquistar
Um pouco mais e mais a cada dia
Satisfazer tua vontade
Também me sacia
Te hipnotizar no alto andar, luar
Me acaricia
Posso morrer de amor
Que ninguém desconfia
Eu quero tudo com você
Que só sabe viver
Sabe cantar
Não vá para Floripa
Amor, não vá
Eu quero tudo com você, não vá...
De vez em quando eu canto essa nos karaokês da vida... Aliás, hoje aquele espetinho de queijo coalho iria bem!!! M.S: vê se me liga!!!
Essa é para o meu amor...
Tudo com Você
Lulu Santos/Fausto Nilo
Quero te conquistar
Um pouco mais e mais a cada dia
Satisfazer tua vontade
Também me sacia
Te hipnotizar no alto andar, luar
Me acaricia
Posso morrer de amor
Que ninguém desconfia
Eu quero tudo com você
Que só sabe viver
Sabe cantar
Não vá para Floripa
Amor, não vá
Eu quero tudo com você, não vá...
Controvérsias
Era para ser o fim do blog. Entretanto, quando eu tiver outras coisas para falar, a não ser della, vou falar. Para quem não sabe, mudei ontem para a Aclimação, ou Vila Mariana (controvérsia 1), como diz a prefeitura no carnê da taxa do Lixo.
Tirando que o chuveiro já queimou no primeiro banho, tudo bem... Já arrumei (que piada!) quase tudo e o B. patrocina uma mini open-house domingo, que vai ser a despedida dele também, que vai morar num hotel na Vila Madalena até zarpar de volta para o amado Rio de Janeiro daqui a 20 dias.
Quem tiver livre e em São Paulo, e tiver o meu celular, me liga para pegar o endereço e apareça lá domingo, fim-de-tarde, devidamente municiado de mais cerveja e alguns quitutes (se possível). Não adianta emeio, não adianta fone fixo, estou sem nenhum dos dois lá e não virei aqui conferir emeio ou blogar amanhã.
Voltando às controvérsias, eu acho que a Aclimação foi um povoamento de anões em algum tempo não muito distante. Para abrir a porta de vidro que separa o prédio de seu pátio interno, eu tenho que me agachar... Acho que minha filha de quase três anos e um metro de altura abre aquilo ali fácil. Chego no "Roubo de Açúcar", vou digitar a minha senha do Electron, eis que tenho que me agachar novamente, pois o teclado estava abaixo da linha da minha mão... E olha que eu sou meio orangotango. Será que fechaduras tão baixas são influência japonesa?
Era para ser o fim do blog. Entretanto, quando eu tiver outras coisas para falar, a não ser della, vou falar. Para quem não sabe, mudei ontem para a Aclimação, ou Vila Mariana (controvérsia 1), como diz a prefeitura no carnê da taxa do Lixo.
Tirando que o chuveiro já queimou no primeiro banho, tudo bem... Já arrumei (que piada!) quase tudo e o B. patrocina uma mini open-house domingo, que vai ser a despedida dele também, que vai morar num hotel na Vila Madalena até zarpar de volta para o amado Rio de Janeiro daqui a 20 dias.
Quem tiver livre e em São Paulo, e tiver o meu celular, me liga para pegar o endereço e apareça lá domingo, fim-de-tarde, devidamente municiado de mais cerveja e alguns quitutes (se possível). Não adianta emeio, não adianta fone fixo, estou sem nenhum dos dois lá e não virei aqui conferir emeio ou blogar amanhã.
Voltando às controvérsias, eu acho que a Aclimação foi um povoamento de anões em algum tempo não muito distante. Para abrir a porta de vidro que separa o prédio de seu pátio interno, eu tenho que me agachar... Acho que minha filha de quase três anos e um metro de altura abre aquilo ali fácil. Chego no "Roubo de Açúcar", vou digitar a minha senha do Electron, eis que tenho que me agachar novamente, pois o teclado estava abaixo da linha da minha mão... E olha que eu sou meio orangotango. Será que fechaduras tão baixas são influência japonesa?
Friday, April 02, 2004
Fim do blog
Este post é para informar a todos (quem são todos?) que este blog está extinto para todo o sempre, salvo ordens superiores.
Minha intenção, ao criá-lo junto com o MS, era promover um diálogo sobre sentimentos, dor de cotovelo, aliviar-nos, no bom sentido, das nossas dores. Ou seja, terapia coletiva on line.
Entretanto,o MS não pôde entrar nessa barca e o blog tornou-se público, com comments, coisa que eu não esperava ter no início e de sala de compartilhamento de dores masculinas (pois é, homem chora por amor, "por uma lágrima sentida", como dizia aquela canção brega) tornou-se o meu container de sofrimento, um diário.
Ao desafogar, dois posts abaixo, sentimentos que me perturbaram por algumas horas, acabei por magoar a pessoa de quem eu mais gosto hoje. Deixe que diguem, que pensem, que falem, mas eu gosto dela, dane-se, e eu a fiz sofrer. Ela ficou triste e eu não quero isso para ela, apesar de que esse momento também me dói, o que não é desculpa para que eu tome uma medida egoísta.
E o detalhe, que é pior, é que os sentimentos de dois posts abaixo já eram. Já conversamos e eu realizei o que eu já sabia _ela é uma pessoa boa, de coração puro, que faz despertar em mim os meus melhores sentimentos.
Portanto, querida, te peço perdão. Você tem sido fundamental para que a minha vida tenha algum sentido nos últimos dias. O post maldito será deletado e que tudo seja como o último sábado, como uma balada de amizade inabalável.
Este post é para informar a todos (quem são todos?) que este blog está extinto para todo o sempre, salvo ordens superiores.
Minha intenção, ao criá-lo junto com o MS, era promover um diálogo sobre sentimentos, dor de cotovelo, aliviar-nos, no bom sentido, das nossas dores. Ou seja, terapia coletiva on line.
Entretanto,o MS não pôde entrar nessa barca e o blog tornou-se público, com comments, coisa que eu não esperava ter no início e de sala de compartilhamento de dores masculinas (pois é, homem chora por amor, "por uma lágrima sentida", como dizia aquela canção brega) tornou-se o meu container de sofrimento, um diário.
Ao desafogar, dois posts abaixo, sentimentos que me perturbaram por algumas horas, acabei por magoar a pessoa de quem eu mais gosto hoje. Deixe que diguem, que pensem, que falem, mas eu gosto dela, dane-se, e eu a fiz sofrer. Ela ficou triste e eu não quero isso para ela, apesar de que esse momento também me dói, o que não é desculpa para que eu tome uma medida egoísta.
E o detalhe, que é pior, é que os sentimentos de dois posts abaixo já eram. Já conversamos e eu realizei o que eu já sabia _ela é uma pessoa boa, de coração puro, que faz despertar em mim os meus melhores sentimentos.
Portanto, querida, te peço perdão. Você tem sido fundamental para que a minha vida tenha algum sentido nos últimos dias. O post maldito será deletado e que tudo seja como o último sábado, como uma balada de amizade inabalável.